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Em Busca da Verdade

Dados bibliográficos

  • Autor espiritual: Joanna de Ângelis
  • Médium: Divaldo Pereira Franco
  • Tipo: Livro psicografado
  • Local de psicografia: Salvador-BA (assinatura final em 20 de fevereiro de 2009)
  • Editora: LEAL — Livraria Espírita Alvorada Editora (1ª edição pelo Centro Espírita Caminho da Redenção / CECR, Pau da Lima, Salvador)
  • Data: 2009 (1ª ed., 240 p., ISBN 978-85-61879-09-9)
  • Estrutura: prefácio “Em busca da verdade” + 10 capítulos com 3 subseções cada
  • Nível: 3 — Complementar aprovado
  • Posição na série: vol. 15 da Série Psicológica de Joanna de Ângelis, sucessor direto de encontro-com-a-paz-e-a-saude (vol. 14, 2007). Mesmo padrão estrutural 11 capítulos × 3 subseções de Triunfo Pessoal (vol. 12) e Encontro com a Paz e a Saúde (vol. 14), agora com 10 capítulos.
  • Texto integral: joanna-de-angelis-em-busca-da-verdade

Tese central

Obra dedicada explicitamente a fazer ponte entre a Doutrina Espírita e a psicologia analítica de C. G. Jung, declarada literalmente no prefácio:

“Apoiando-nos nos incomparáveis ensinamentos propiciados pelos Mentores da Humanidade a Allan Kardec, que deram surgimento ao Espiritismo, buscamos fazer uma ponte de perfeita identificação com a psicologia analítica, apresentada pelo admirável neurologista e psiquiatra suíço Carl Gustav Jung.” (prefácio)

Onde Jesus e o Evangelho à Luz da Psicologia Profunda (2000) aplicou o vocabulário junguiano ao comentário do ESE, Em Busca da Verdade faz o movimento simétrico: toma as parábolas de Jesus como dispositivos psicoterapêuticos arquetípicos, lidos sob a chave da integração ego↔Self, da diluição da sombra e da conquista do estado numinoso (equiparado a sukha budista e ao Reino dos Céus). A epígrafe inaugural articula João 8:32 (“conhecereis a verdade, e a verdade vos tornará livres”) com Plotino (Enéadas, vol. VI: “o conhecimento do Uno não vem por meio da ciência e do pensamento… mas através de uma presença imediata, superior à ciência”) — fixando o registro místico-empírico em que a obra opera.

A parábola do Filho Pródigo estrutura os caps. 1–3 e fornece o eixo arquetípico do livro: leitura em chave Jung em que ambos os irmãos estão doentes (o irmão mais velho como Abel mitológico que agora “gostaria de assassinar Caim que voltou”), e a integração só se completa quando o pai misericordioso — figura do Self pleno — leva o filho ressentido para dentro de casa. A parábola dos talentos abre o cap. 7 e é relida como antídoto à preguiça espiritual no programa da saúde integral.

Joanna ancora a síntese em Kardec por duas vias explícitas: (a) citação literal e extensa de “O homem de bem” (ESE cap. XVII, item 3, com referência nominal ao “Codificador do Espiritismo”) como retrato psicológico do ser pleno (cap. 6); (b) citação direta da q. 540 de O Livro dos Espíritos em nota da autora espiritual no cap. 10 (“É assim que tudo serve, que tudo se encadeia na Natureza, desde o átomo primitivo até o arcanjo, que também começou por ser átomo”) — operando a equivalência funcional entre o Self junguiano e o princípio inteligente kardecista.

Estrutura por capítulo

Prefácio — Em busca da verdade

Ancoragem dupla: João 8:32 + Plotino (Enéadas VI). Define a verdade buscada como universal-filosófica, não dogmática nem castradora — “Deus, desse modo, na visão moderna do Espiritismo, desumanizado e transcendente quanto imanente, é a verdade absoluta que atrai o Espírito na sua contínua ascensão moral”. Programa declarado: ponte Espiritismo↔Jung, parábolas de Jesus como recursos psicoterapêuticos, caridade como processo de salvação entendida não como troca mercantil mas como “libertação da ignorância, do mal que existe no íntimo de cada pessoa”.

1 — O ser humano e sua totalidade

Estrutura bipolar do ser humano · A contínua luta entre o ego e o Self · A aquisição da totalidade. Apresenta a estrutura bipolar junguiana (anima/animus, polaridades opostas) como base antropológica. Diálogo Jung (mão direita ignora o que a esquerda faz) × Jesus (Mt 6:3 — “dai com a mão direita, sem que a esquerda o saiba”) × Robert Louis Stevenson (O médico e o monstro / Dr. Jekyll-Mr. Hyde como tradução literária dos dois polos). A meta declarada é o estado numinoso como equilíbrio dos polos. Self como princípio inteligente kardecista já apresentado nesta abertura: “Sendo o Self o arquétipo básico da vida consciente, o princípio inteligente, ele é o somatório de todas as experiências evolutivas, sempre avançando na direção do estado numinoso”. Encerra com Paulo em Gálatas 2:20 (“Já não sou eu quem vive, mas o Cristo que vive em mim”) como protótipo da integração ego↔Self consumada.

2 — Fragmentações morais

Predomínio da sombra · Despertar do Self · Integração moral. Primeiro arco da leitura junguiana extensa da parábola do Filho Pródigo (Lucas 15:11–32, com tradução do original grego pelas Sociedades Bíblicas Unidas — escolha tradutológica que difere da versão clássica de Kardec em ESE, sem alterar a substância doutrinária). Análise dos arquétipos do ego e do Self na parábola: o filho mais novo como ego perverso e ingrato (ao pedir a herança “inconscientemente deseja a morte do pai”); a viagem para o “país longínquo” como tentativa de “arrancar as raízes existenciais”; o insight que produz o retorno; o pai misericordioso como o Self despertando. Releitura do irmão mais velho como Abel mitológico: “O filho fiel é o mito representativo de Abel, generoso e bom, que será sacrificado por Caim… Agora, o mito Abel no filho mais velho, gostaria de assassinar Caim, que se tornara bom, que voltara tomando-lhe o lugar”. Tese-aporte: na parábola, ambos os filhos estão doentes; a “mão direita” do amor paternal só completa o arco quando reúne os dois sob o mesmo manto.

3 — Encontro e autoencontro

Um país longínquo · Voltar para casa · Amar para ser feliz. Continuação do arco do Filho Pródigo. O “país longínquo” é lido em chave reencarnacionista: pode ser a Terra para onde vêm os Espíritos com bens herdados do Pai, ou o mundo espiritual em fase primária. Aplicação da progressão junguiana à libido: quando a energia psíquica é interrompida, regride ao inconsciente formando complexos. Vontade dirigida como impulso da razão que possibilita atravessar cada fase arquetípica (infância → juventude → idade adulta → senectude) sem que o ego se cristalize numa delas. Conclusão: a parábola é “todo um conjunto de lições psicoterapêuticas e filosóficas, de cunho moral e espiritual incomum”.

4 — Experiências de iluminação

Perder-se e achar-se · Sair de si mesmo · Rejubilar-se. Trata o insight como experiência iluminativa: a verdadeira psicoterapia conduz o paciente “ao redescobrimento da sua realidade, da sua origem espiritual, da finalidade existencial”. Crítica à religiosidade castradora (“personalidades psicopatas, na sua grande maioria, refugiam-se nas doutrinas religiosas”), em contraste com a leitura espírita do religare como restabelecimento do eixo pleno ego-Self.

5 — Conviver e ser

Cair em si · A coragem de prosseguir em qualquer circunstância · Ser-se integralmente. Diagnóstico do individualismo contemporâneo como “filho dileto da conquista do materialismo” — afetos descartáveis, relacionamentos superficiais, arte agressiva e destituída de propostas elevadas. Cita Jung (“Eu sei, não preciso acreditar”) e Aion (“Cristo é o homem interior a que se chega pelo caminho do autoconhecimento”). Aporte distintivo: experiências mediúnicas de Jung com a prima Helena Preiswerk são apresentadas como base experiencial do imago Dei junguiano, do qual a doutrina espírita oferece o desdobramento sistemático.

6 — O ser humano em crise existencial

As conquistas externas · A grande crise existencial · O ser humano pleno. Diagnóstico contemporâneo: cultura marcada pelo holocausto judeu (caso do kapo obrigado a entregar o filho à câmara de gás, do rabino do gueto que escolheu o suicídio), aborto provocado e eutanásia. Crítica a Friedrich Nietzsche — o super-homem (Assim falava Zaratustra) como “tentativa frustrada de desprezar-se o homem”; a verdadeira robustez moral é interna, não externa. Citação literal e extensa de “O homem de bem” (ESE cap. XVII, item 3, 52ª ed. FEB), introduzida com referência explícita: “em uma página rica de sabedoria, Allan Kardec, em O Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo XVII, item 3, faz um retrato psicológico de O homem de bem, que traduz com perfeição a conquista do ser pleno”. Encerra equiparando o homem de bem kardecista ao ser que conseguiu a individuação.

7 — A possível saúde integral

A parábola dos talentos · A conquista do Si · Binômio saúde-doença. Diagnóstico das paradoxias contemporâneas da saúde (anorexia/bulimia, fast foods, cirurgias bariátricas elétivas, retirada de costelas para silhueta-Barbie, gurus psicologicamente enfermos). A parábola dos talentos (Mateus 25:14–30) é relida em chave junguiana: os talentos como aptidões adormecidas no Self à espera de despertamento, o servo que enterra o talento como ego paralisado pelo medo da sombra. Convergência com a leitura de Kardec em ESE cap. XVI item 9 (a inutilidade não é virtude — é falta moral). A conquista do Si opera o binômio saúde-doença como gradiente da integração ego↔Self: a doença não é fatalidade, é convite à interiorização.

8 — A busca do significado

O bem e o mal · Os sofrimentos no mundo · A individuação. O bem e o mal têm a mesma origem na psique (resultado de experiências ancestrais vividas pelo Self — convergente com a discordância parcial de Jung registrada em Vida: Desafios e Soluções cap. 7: arquétipos com raiz também reencarnacionista). O sofrimento como motor da individuação: “seguido pelo sofrimento, à medida que realiza o autodescobrimento diminui a carga de aflição”. Tese-síntese: a individuação é o objetivo existencial declarado, com o estado sukha (sânscrito = bem-estar pleno) como categoria oriental paralela ao numinoso.

9 — Busca interior

Identificando o inconsciente · Fé e religião · Pensamento e ação. Inconsciente coletivo lido como arquivo das vivências reencarnatórias do Self. Fé natural × fé religiosa: a fé religiosa, “estruturada na filosofia da razão, contribui de forma significativa para a saúde mental e emocional”. Casos: Cristóvão Colombo (“acreditava na existência de terras… porque no inconsciente armazenavam-se os registros representativos de já haver estado naqueles lugares em existência anterior”); Madame Curie (descoberta da radioatividade, polônio e rádio; dois Prêmios Nobel); vítimas do Holocausto que mantiveram fé na sobrevivência. Mateus 17:20 (“se tiverdes fé do tamanho de um grão de mostarda…”) lido como autossugestão psicofisiológica racional. Pensamento e ação: René Descartes (“Eu sou uma coisa que pensa”) + Mateus 5:28 (“todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério”) + terapias placebo/nocebo (cita o livro Autodescobrimento cap. 2 — Equipamentos existenciais — em nota da autora espiritual). Tese: “tudo, no ser humano, tem origem no pensamento”.

10 — A vida e a morte

A vida harmônica · Equipamentos psicológicos para o ser · A fatalidade da morte. O corpo como “santuário sublime” (com referência ao “doce e calmo jumentinho” de São Francisco de Assis). Catálogo dos equipamentos psicológicos: alegria de viver, autoanálise, caridade, prece, ações representativas da compaixão. Citação de Jung: “dentro da alma, desde suas origens primordiais, têm havido um desejo de luz e uma ânsia incontida para debelar as sombras primordiais”. Tese-síntese da morte (repete e aprofunda a fórmula introduzida em encontro-com-a-paz-e-a-saude cap. 11): “o oposto de morte não é vida, mas renascimento” (Buda) + Self mortal e imortal na leitura transcendente de Jung. Fechamento com duas citações junguianas idosos-terminais (“a psique inconsciente faz pouquíssimo caso da morte… a essência da psique estende-se na obscuridade muito além das nossas categorias intelectuais”); âncora kardecista explícita em LE q. 540 (citada em nota da autora espiritual: “É assim que tudo serve, que tudo se encadeia na Natureza, desde o átomo primitivo até o arcanjo, que também começou por ser átomo”); epígrafe final em 1Co 15:55 (“Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?”).

Temas centrais

  • Ponte Espiritismo↔Jung explicitamente declarada no prefácio — o vol. da Série mais sistematicamente junguiano em chave hermenêutica das parábolas de Jesus.
  • Self como princípio inteligente kardecista (LE q. 540, citada em nota), operando a equivalência funcional na própria voz da autora espiritual.
  • Parábola do Filho Pródigo como tratado psicoterapêutico mais extenso da Série — relida com ambos os filhos doentes e o irmão mais velho como Abel mitológico que agora deseja assassinar Caim que voltou.
  • Estado numinoso ↔ sukha ↔ Reino dos Céus como meta-síntese da terapêutica espírito-junguiana — articulação ampliada do programa de Triunfo Pessoal cap. 11.
  • “O oposto de morte não é vida, mas renascimento” (Buda + Jung) — repetição e aprofundamento da tese-chave do vol. 14, agora ancorada em LE q. 540.
  • “O homem de bem” de Kardec (ESE cap. XVII item 3) como retrato psicológico do ser plenificado/individuado.

Conceitos tratados

  • individuacao — meta declarada da obra, articulada como integração ego↔Self↔Espírito.
  • numinoso — estado culminante, em série de equivalências com sukha, samadhi, Reino dos Céus.
  • parabola-do-filho-prodigo — eixo estrutural dos caps. 1–3, com leitura junguiana ampliada.
  • parabola-dos-talentos — abertura do cap. 7 (saúde integral).
  • autoconhecimento — programa LE q. 919 implícito como matriz; Aion de Jung citado nominalmente.
  • psicologia-transpessoal — Quarta Força como horizonte herdeiro do diálogo Jung↔numinoso.
  • perispirito — sede das heranças reencarnatórias que a individuação integra; “envoltório sutil da alma” no cap. 10.
  • jesus-psicoterapeuta — eixo estruturante: parábolas como dispositivos terapêuticos arquetípicos.

Personalidades citadas

  • joanna-de-angelis — autora espiritual.
  • divaldo-franco — médium psicógrafo.
  • allan-kardec — citado nominalmente como “Codificador do Espiritismo” (cap. 6, ESE cap. XVII item 3) e em nota da autora (cap. 10, LE q. 540).
  • jesus — “Psicoterapeuta excepcional”; suas parábolas são o motor hermenêutico do livro (Filho Pródigo, talentos, mostarda; Mt 5:28, Mt 6:3, Mt 17:20, Mt 22:39, Lc 15:11–32).
  • carl-gustav-jung — interlocutor declarado no prefácio; Aion citado nominalmente; referências às experiências mediúnicas com Helena Preiswerk; presença em todos os capítulos.
  • paulo-de-tarso — Gálatas 2:20 (“já não sou eu quem vive, mas o Cristo que vive em mim”) como protótipo da integração ego↔Self; 1Co 15:55 como epígrafe final.
  • Sidharta Gautama“o oposto de morte não é vida, mas renascimento” (cap. 10).
  • São Francisco de Assis — corpo como “doce e calmo jumentinho” (cap. 10).
  • Outros citados em prosa, sem página própria nesta wiki: Plotino (Enéadas, vol. VI; Amônio Sacas como mestre); Wolfgang Pauli (físico quântico, parceiro de Jung); Robert Louis Stevenson (O médico e o monstro); Sigmund Freud (definição freudiana do ego, cap. 1); Alfred Adler (instinto de dominação como compensação); Friedrich Nietzsche (cap. 6, Assim falava Zaratustra); Marie Curie (radioatividade, polônio, rádio, dois Nobel); Cristóvão Colombo (memórias reencarnatórias e descobrimento); René Descartes (Eu sou uma coisa que pensa); Sir James Jeans + Arthur Eddington (astrofísica e espírito como matéria-prima do universo); Helena Preiswerk (prima medianímica de Jung); personagens mitológicos: Prometeu, Sísifo, Erínia, Zeus, Júpiter, Apolo, Yahweh, Eros, Cupido (operadores arquetípicos no comentário das parábolas).

Divergências

Nenhuma divergência estrutural com Kardec identificada. Joanna ancora a obra em duas citações kardecistas explícitas (ESE cap. XVII item 3 + LE q. 540). Dois pontos merecem registro como nota interna, sem promover a wiki/divergencias/:

  • Tradução do Filho Pródigo direta do grego pelas Sociedades Bíblicas Unidas (cap. 2) — Kardec usa em ESE outra tradução (Lamennais/Sacy via Guillon Ribeiro). Trata-se de escolha tradutológica sem alteração da substância doutrinária da parábola; o ensino kardecista do retorno do filho pródigo (ESE cap. XI; LE q. 1000–1009) permanece intacto. Ver parabola-do-filho-prodigo para a leitura kardecista canônica e parabola-dos-dois-filhos para a parábola distinta dos “dois filhos” também presente no Evangelho.
  • Equivalência operacional Self ≈ “princípio inteligente” — programa declarado da Série Psicológica desde O Ser Consciente (1993) e reafirmado pela citação de LE q. 540 em nota da autora espiritual. Não é divergência: é convergência ortodoxa pela equiparação funcional dos vocabulários.

Cuidado conceitual

A fórmula “Self como Deus interno” — que aparece em Jung e é repetida por Joanna — não deve ser lida como imanentismo. A leitura espírita preserva a distinção Criador-criatura: o “Deus interno” é a presença de Deus na consciência (LE q. 621), não identidade ontológica entre Espírito-criatura e Criador. Cuidado análogo já registrado em numinoso e individuacao.

Fontes

  • Joanna de Ângelis / Franco, Divaldo Pereira (psicografia). Em Busca da Verdade. Salvador: LEAL — Livraria Espírita Alvorada Editora / Centro Espírita Caminho da Redenção, 1ª edição, 2009 (assinatura 20 de fevereiro de 2009). 240 p. ISBN 978-85-61879-09-9. Edição: joanna-de-angelis-em-busca-da-verdade.
  • Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro. FEB. q. 540 (citada em nota da autora espiritual no cap. 10), q. 621, q. 919.
  • Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Trad. Guillon Ribeiro. FEB, 52ª edição. Cap. XVII, item 3 (“O homem de bem”) — citado literal e extensamente no cap. 6 da obra.
  • Bíblia Sagrada. Lc 15:11–32 (Filho Pródigo, traduzido do original grego pelas Sociedades Bíblicas Unidas, conforme nota explícita da autora); Mt 25:14–30 (talentos); Mt 5:28; Mt 6:3; Mt 17:20; Mt 22:39; Jo 8:32; 1Co 15:55; Gl 2:20.
  • Jung, Carl Gustav. Aion (1951) — citado nominalmente no cap. 5 (“Cristo é o homem interior a que se chega pelo caminho do autoconhecimento”).
  • Jung, Carl Gustav. Sobre o numinoso e a velhice — citações terminais sobre a psique inconsciente e a morte (cap. 10).
  • Plotino. Enéadas, vol. VI — citado na epígrafe inaugural (sobre o conhecimento do Uno).