Evangelho segundo Mateus

Dados bibliográficos

  • Autor: Apóstolo Mateus (tradição), também chamado Levi, publicano antes de seguir Jesus (Mt 9:9).
  • Título: Evangelho segundo Mateus (Bíblia ACF — Almeida Corrigida e Fiel)
  • Nível na hierarquia de autoridade: Fonte primordial — Ensinamentos morais de Jesus
  • Capítulos: 28
  • Texto integral: 1

Cabeçalho

Primeiro Evangelho canônico na ordem do Novo Testamento e o mais citado por Kardec no Evangelho Segundo o Espiritismo. Escrito originalmente para um auditório judaico-cristão, Mateus apresenta Jesus como o cumprimento da Lei e dos Profetas (Mt 5:17), costurando sua narrativa a citações do Antigo Testamento. É o Evangelho que preserva de forma mais completa os grandes discursos pedagógicos de Jesus — organizados em cinco blocos: o Sermão da Montanha (caps. 5–7), a missão apostólica (cap. 10), as parábolas do Reino (cap. 13), a vida comunitária (cap. 18) e o discurso escatológico (caps. 24–25).

Na leitura espírita, Mateus é a fonte primária da qual Kardec extrai as máximas comentadas no ESE: o Sermão da Montanha estrutura os capítulos V–X do ESE (bem-aventuranças), o amor aos inimigos o cap. XII, o Pai Nosso o cap. XXVIII, e as parábolas do Reino os caps. XVII–XVIII. Diante de passagens cuja letra evoca punição eterna (Mt 25:41, 46), o Pentateuco prevalece: Kardec relê essas imagens como descrições simbólicas de sofrimento temporário e reparador, não como dogma do inferno perpétuo (C&I, 1ª parte, caps. IV–VII).

Estrutura e temas por capítulo

Nascimento e infância (caps. 1–2)

Cap. 1 — Genealogia e nascimento. Mateus apresenta Jesus como descendente de Davi e de Abraão (Mt 1:1–17), enraizando sua missão na história de Israel. “O que nela está gerado é do Espírito Santo” (Mt 1:20). Kardec não trata dogmaticamente do nascimento virginal; aborda Jesus como Espírito de ordem elevadíssima encarnado (Gênese, cap. XV). Ver 1.

Cap. 2 — Os magos e a fuga para o Egito. A visita dos magos e o massacre dos inocentes por Herodes. Na leitura espírita, a vinda dos magos simboliza o reconhecimento da missão de Jesus por Espíritos elevados encarnados em outras tradições. Ver 2.

Preparação para o ministério (caps. 3–4)

Cap. 3 — João Batista e o batismo de Jesus. João Batista é identificado por Kardec como reencarnação de Elias (ESE, cap. IV, item 10). “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mt 3:17). Ver 3.

Cap. 4 — Tentações no deserto e início do ministério. As três tentações (fome, poder, vanglória) são lidas como drama pedagógico: Jesus, Espírito perfeito, mostra pela própria conduta como se resiste à sugestão inferior. Chamamento dos primeiros discípulos. Ver 4.

Sermão da Montanha (caps. 5–7)

Bloco central da moral cristã; núcleo doutrinário do ESE.

Cap. 5 — Bem-aventuranças e antíteses da Lei. Bem-aventuranças (Mt 5:3–12) — base dos caps. V, VII, VIII, IX, X do ESE. “Sois o sal da terra… a luz do mundo” (Mt 5:13–16). Jesus não vem abrogar a Lei, mas cumpri-la (Mt 5:17). Reinterpretação radical dos mandamentos: não basta não matar — não odiar; não basta não adulterar — não cobiçar (Mt 5:21–30). “Amai vossos inimigos” (Mt 5:44), fundamento da caridade universal (ESE, cap. XII). Ver 5.

Cap. 6 — Prece, esmola, jejum; Pai Nosso. Crítica à ostentação religiosa: “quando deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a direita” (Mt 6:3). Pai Nosso (Mt 6:9–13) — comentado no ESE, cap. XXVIII, item 5. “Não ajunteis tesouros na terra… onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Mt 6:19–21). “Buscai primeiro o reino de Deus” (Mt 6:33). Ver 6.

Cap. 7 — Julgamento, árvore pelos frutos, casa sobre a rocha. “Não julgueis, para que não sejais julgados” (Mt 7:1) — ESE, cap. X, item 16. “Conhecê-los-eis pelos seus frutos” (Mt 7:16) — critério prático de discernimento. Regra de ouro (Mt 7:12). Parábola da casa sobre a rocha (Mt 7:24–27) — ESE, cap. XVIII. Ver 7.

Curas e sinais (caps. 8–9)

Cap. 8 — Curas do leproso, do servo do centurião, da sogra de Pedro. Kardec explica os milagres pela ação dos fluidos e pelo poder mediúnico de Jesus (Gênese, cap. XV). “Nem em Israel encontrei tanta fé” (Mt 8:10) — a fé como força moral, não pertença étnica. “Deixa aos mortos sepultar os seus mortos” (Mt 8:22). Ver 8.

Cap. 9 — Cura do paralítico, chamado de Mateus, fluxo de sangue, filha de Jairo. “Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os doentes” (Mt 9:12). “Vinho novo em odres novos” (Mt 9:17) — a novidade da mensagem exige forma nova. A seara é grande, os ceifeiros, poucos (Mt 9:37). Ver 9.

Missão apostólica (cap. 10)

Cap. 10 — Envio dos doze e distinção corpo/alma. Instrução aos apóstolos. “De graça recebestes, de graça dai” (Mt 10:8). “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma” (Mt 10:28) — distinção capital entre corpo material e Espírito imortal (ESE, cap. II). “O que recebe um profeta, na qualidade de profeta, receberá galardão de profeta” (Mt 10:41). Ver 10.

Identidade e oposição (caps. 11–12)

Cap. 11 — João Batista e Jesus, jugo suave. Jesus identifica João como Elias que havia de vir (Mt 11:14) — citada por Kardec (ESE, cap. IV, item 10) como prova da aceitação implícita da reencarnação por Jesus. “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos… aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração” (Mt 11:28–29). Ver 11.

Cap. 12 — Senhor do sábado, pecado contra o Espírito Santo. “O sábado foi feito por causa do homem” — primado da caridade sobre a letra da Lei. “Pelas tuas palavras serás justificado” (Mt 12:37). “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus” (Mt 12:46–50) — fraternidade universal acima dos laços carnais. Ver 12.

Parábolas do Reino (cap. 13)

Cap. 13 — Sete parábolas do Reino dos céus. Bloco parabólico central. Semeador (Mt 13:3–23 — ESE, cap. XVII), joio e trigo (Mt 13:24–30, 36–43), grão de mostarda (Mt 13:31–32), fermento (Mt 13:33), tesouro escondido (Mt 13:44), pérola de grande valor (Mt 13:45–46), rede lançada ao mar (Mt 13:47–50). Jesus explica por que fala em parábolas: “a vós é dado conhecer os mistérios do reino” (Mt 13:11). Ver 13.

Ministério pela Galiléia (caps. 14–17)

Cap. 14 — Morte de João Batista; multiplicação dos pães; Jesus anda sobre o mar. A ação sobre os fluidos explica os fenômenos (Gênese, cap. XV). “Homem de pouca fé, por que duvidaste?” (Mt 14:31). Ver 14.

Cap. 15 — Tradição dos anciãos; cananeia; segunda multiplicação. “Não é o que entra pela boca que contamina o homem; mas o que sai da boca” (Mt 15:11) — primado da intenção. Ver 15.

Cap. 16 — Confissão de Pedro e primeiro anúncio da paixão. “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt 16:16). “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja” (Mt 16:18). “Quem quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (Mt 16:24) — ESE, cap. XXIV. Ver 16.

Cap. 17 — Transfiguração; cura do lunático; tributo do templo. Transfiguração (Mt 17:1–8) — aparição de Moisés e Elias comentada em Gênese, cap. XV. “Elias já veio, e não o conheceram” (Mt 17:12) — nova confirmação pela boca de Jesus (ESE, cap. IV). Ver 17.

Vida comunitária (cap. 18)

Cap. 18 — Humildade, escândalos, ovelha perdida, correção fraterna, perdão 70×7. “Se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mt 18:3). Parábola da ovelha perdida (Mt 18:12–14) — ESE, cap. XI. Procedimento de correção fraterna (Mt 18:15–17). “Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu” (Mt 18:20) — fundamento evangélico das reuniões mediúnicas e de estudo. Perdão setenta vezes sete (Mt 18:21–22); parábola do credor incompassivo (Mt 18:23–35) — ESE, cap. X e cap. XI. Ver 18.

A caminho de Jerusalém (caps. 19–20)

Cap. 19 — Divórcio, crianças, jovem rico. “O que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mt 19:6). “Deixai vir os pequeninos” (Mt 19:14). “Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres” (Mt 19:21) — ESE, cap. XVI. Ver 19.

Cap. 20 — Trabalhadores da última hora; pedido dos filhos de Zebedeu; cura dos cegos de Jericó. Parábola dos trabalhadores da última hora (Mt 20:1–16) — ESE, cap. XX. “Aquele que entre vós quiser ser grande, será vosso serviçal” (Mt 20:26–27). Ver 20.

Conflito em Jerusalém (caps. 21–23)

Cap. 21 — Entrada triunfal, purificação do templo, figueira seca, parábolas dos dois filhos e dos lavradores maus. Figueira seca (Mt 21:18–22) — fé sem obras. Parábola dos dois filhos (Mt 21:28–32) — o que importa é a prática, não a palavra. Parábola dos lavradores maus (Mt 21:33–46) — responsabilidade dos que recebem mais. Ver 21.

Cap. 22 — Festim de bodas, tributo a César, ressurreição, maior mandamento. Parábola do festim de bodas (Mt 22:1–14) — ESE, cap. XVIII. “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” (Mt 22:21) — distinção entre deveres civis e deveres morais. “Na ressurreição, nem casam, nem se dão em casamento; mas serão como os anjos de Deus no céu” (Mt 22:30) — Kardec lê como descrição do estado espiritual, coerente com a pluralidade de existências (ESE, cap. IV). Maior mandamento: amar a Deus e ao próximo (Mt 22:37–40) — síntese de toda a Lei (ESE, cap. XI). Ver 22.

Cap. 23 — “Ais” aos escribas e fariseus. Crítica à religião exterior e hipócrita: “dizem e não fazem” (Mt 23:3). “O maior dentre vós será vosso servo” (Mt 23:11). “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas” (refrão setenário). “Purifica primeiro o interior do copo” (Mt 23:26). Ver 23.

Discurso escatológico (caps. 24–25)

Cap. 24 — Sinais dos tempos e vinda do Filho do homem. Destruição do templo, guerras, pestes, falsos cristos, perseguições (Mt 24:1–28). Kardec relaciona estes sinais à transição planetária — passagem da Terra da condição de mundo de expiação e provas à de mundo regenerador (Gênese, cap. XVIII; ESE, cap. III, item 18). “Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor” (Mt 24:42). Ver 24.

Cap. 25 — Dez virgens, talentos, ovelhas e cabritos. Parábola das dez virgens (Mt 25:1–13) — vigilância moral, ESE, cap. XVIII. Parábola dos talentos (Mt 25:14–30) — responsabilidade sobre os dons, ESE, cap. XVI. Juízo final das ovelhas e cabritos (Mt 25:31–46) — o critério é a caridade prática: “o que fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes” (Mt 25:40). Ver 25.

Divergência com Kardec

A letra de Mt 25:41 e 25:46 (“fogo eterno”, “irão para o tormento eterno”) sugere castigo perpétuo. Kardec, em O Céu e o Inferno (1ª parte, caps. IV–VII), demonstra que as penas futuras são sempre temporárias e reparadoras, proporcionais à falta e interrompidas pelo arrependimento e pela reparação. Ver fogo-eterno-em-mateus-25.

Paixão, morte e ressurreição (caps. 26–28)

Cap. 26 — Unção em Betânia, última ceia, Getsêmani, prisão. “Pai meu, se é possível, passa de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres” (Mt 26:39) — aceitação consciente da missão. “Pensas tu que eu não poderia agora orar a meu Pai, e que ele não me daria mais de doze legiões de anjos?” (Mt 26:53) — a paixão é escolha, não fatalidade. Ver 26.

Cap. 27 — Julgamento, crucificação, morte. “Meu Deus, meu Deus, por que me desamparaste?” (Mt 27:46) — citação do Salmo 22; leitura espírita: momento de provação extrema do Espírito encarnado, não abandono real. Véu do templo rasgado (Mt 27:51) — fim da separação ritual entre sagrado e profano. Ver 27.

Cap. 28 — Ressurreição e Grande Comissão. Aparições do Ressuscitado a Maria Madalena e às mulheres (Mt 28:1–10); Kardec explica as aparições pela ação sobre os fluidos e pela tangibilização do perispírito (Gênese, cap. XV; C&I, 2ª parte). “Ide, ensinai todas as nações… ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt 28:19–20) — a Grande Comissão: universalidade da mensagem e promessa da assistência espiritual permanente. Ver 28.

Temas centrais para o estudo espírita

  1. Sermão da Montanha — caps. 5–7. Núcleo da moral cristã; base dos caps. V–X e XXVIII do ESE. Ver bem-aventurancas.
  2. Parábolas do Reino — cap. 13 (sete parábolas) e caps. 18, 20, 21, 22, 25 (parábolas pastorais e escatológicas). Comentadas sistematicamente nos caps. XVI–XX do ESE.
  3. Lei de amor e caridade — maior mandamento (Mt 22:37–40); amor aos inimigos (Mt 5:44); juízo pela caridade prática (Mt 25:31–46). Ver lei-de-justica-amor-e-caridade.
  4. Reencarnação — João Batista como reencarnação de Elias (Mt 11:14; 17:12), citada por Kardec (ESE, cap. IV). Ver reencarnacao.
  5. Distinção corpo/alma — Mt 10:28 (“não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma”). Ver espirito.
  6. Prece e adoração interior — Pai Nosso (Mt 6:9–13); crítica à ostentação (Mt 6:1–18); intenção sobre ritual (Mt 15:11). Ver prece.
  7. Transição planetária — sinais dos tempos (Mt 24); juízo das ovelhas e cabritos (Mt 25:31–46). Ver transicao-planetaria.
  8. Reuniões mediúnicas — “onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome” (Mt 18:20).
  9. Fluidos e fenômenos — curas, caminhar sobre o mar, multiplicação dos pães, transfiguração, ressurreição (Gênese, cap. XV).

Referências cruzadas com o Pentateuco

Passagem de MateusPentateuco
Mt 5:3–12 — Bem-aventurançasESE, caps. V, VII, VIII, IX, X
Mt 5:17 — Cumprir a LeiESE, cap. I
Mt 5:39 — “Não resistais ao mau”ESE, cap. XII
Mt 5:44 — Amor aos inimigosESE, cap. XII
Mt 5:48 — “Sede perfeitos”ESE, cap. XVII
Mt 6:9–13 — Pai NossoESE, cap. XXVIII, item 5
Mt 6:19–21 — “Não ajunteis tesouros”ESE, cap. XVI
Mt 7:1 — “Não julgueis”ESE, cap. X, item 16
Mt 7:12 — Regra de ouroESE, cap. XI
Mt 7:24–27 — Casa sobre a rochaESE, cap. XVIII
Mt 10:28 — Corpo e almaESE, cap. II
Mt 11:14; 17:12 — Elias já veioESE, cap. IV
Mt 13:3–23 — SemeadorESE, cap. XVII
Mt 16:24 — “Tome a sua cruz”ESE, cap. XXIV
Mt 18:15–17 — Correção fraternaESE, cap. X
Mt 18:21–22 — Perdão 70×7ESE, cap. X
Mt 18:23–35 — Credor incompassivoESE, cap. XI
Mt 19:21 — Jovem ricoESE, cap. XVI
Mt 20:1–16 — Trabalhadores da última horaESE, cap. XX
Mt 22:21 — “Dai a César”ESE, cap. XXIV
Mt 22:30 — “Como os anjos”ESE, cap. IV
Mt 22:37–40 — Maior mandamentoESE, cap. XI
Mt 24 — Sinais dos temposESE, cap. III; Gênese, cap. XVIII
Mt 25:14–30 — TalentosESE, cap. XVI
Mt 25:31–46 — Ovelhas e cabritosESE, cap. XV
Mt 25:41, 46 — “Fogo eterno”C&I, 1ª parte, caps. IV–VII (divergência)
Mt 26:39 — GetsêmaniGênese, cap. XV
Mt 28:1–10 — RessurreiçãoGênese, cap. XV; C&I, 2ª parte
Mt 28:19–20 — Grande ComissãoGênese, cap. XVII

Conceitos tratados

Personalidades citadas

  • jesus — autor dos ensinamentos.
  • João Batista — precursor, identificado por Jesus como reencarnação de Elias (Mt 11:14; 17:12).
  • Maria — mãe de Jesus (Mt 1–2).
  • José — esposo de Maria (Mt 1–2).
  • Pedro — apóstolo, confessa a messianidade (Mt 16:16) e nega Jesus (Mt 26:69–75).
  • Mateus (Levi) — publicano chamado ao apostolado (Mt 9:9).
  • Judas Iscariotes — traidor (Mt 26:14–16, 47–50; 27:3–5).
  • Maria Madalena e “a outra Maria” — testemunhas da ressurreição (Mt 28:1–10).

Divergências registradas

Fontes

  • Bíblia Sagrada (Almeida Corrigida e Fiel). Evangelho segundo Mateus, caps. 1–28. Texto integral em raw/biblia-acf/mateus/.
  • KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Trad. Guillon Ribeiro. FEB.
  • KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro. FEB.
  • KARDEC, Allan. A Gênese. Trad. Guillon Ribeiro. FEB.
  • KARDEC, Allan. O Céu e o Inferno. Trad. Guillon Ribeiro. FEB.
  • KARDEC, Allan. Obras Póstumas. Trad. Guillon Ribeiro. FEB.